www.carmenfossarintatuagem.blogspot.com
Blog,onde colocarei poemas,minhas tatuagens. Dividir entre ARMAZEM E TATUAGEM uma experiência mais plural de tentar escrever poesia, aqui os mais breves versos é meu intento. cf
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
O(s) Poeta(s) Renascido(s): Heresia de Carmen Fossari (Prefácio)
O(s) Poeta(s) Renascido(s): Heresia de Carmen Fossari (Prefácio): As palavras constroem-se poema, de fina alma, alvas de sentido, intensas por tanto passado, de esperanças, de tanto desejar a poeta, renasce...
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
asluasdegalileugalilei: PRESENTACIONES EM CHILE
asluasdegalileugalilei: PRESENTACIONES EM CHILE: O GRUPO PESQUISA TEATRO NOVO ESTARÁ EM JANEIRO EM SANTIAGO ONDE FARÁ DUAS APRESENTAÇÕES DE AS LUAS DE GALILEU GALILEI ( www.asluasdegalile...
asluasdegalileugalilei: PRESENTACIONES EM CHILE
asluasdegalileugalilei: PRESENTACIONES EM CHILE: O GRUPO PESQUISA TEATRO NOVO ESTARÁ EM JANEIRO EM SANTIAGO ONDE FARÁ DUAS APRESENTAÇÕES DE AS LUAS DE GALILEU GALILEI ( www.asluasdegalile...
sábado, 3 de dezembro de 2011
DISCURSO DE POSSE ACLA 2/12/2011
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AGUINALDO SILVA, ANTONIO CUNHA, SULANGER BAVARESCO E CARMEN FOSSARI
POSSE NA ACADEMIA CATARINENSE DE LETRAS E ARTES ACLA PROFERIDO POR CARMEN FOSSARI
DISCURSO ACLA
CARMEN LUCIA FOSSARI 2 dezembro 2011
Navegamos Senhores,
No mar de todos os sonhos Senhoras
Oceanos bravios indomitos transformados em campos de Batalhas.
Don Quixote pendurou-se na última estrela da Via Lactea.
O murmúrio das estrelas
Movimenta pequenos silêncios de nossas ocultas dores.
Olhamos ao céu do nosso destino segurando um improvável leme
E ele nos remete a inesperados portos.
Os grilhões que prenderam Prometeu Acorrentado no monte Citerón, são multiplicados em tudo aquilo que torna o Homem presa de sua própria espécie, porém irmanadoss no ofício da Arte, descobrimos junto ao segredo de Prometeu Acorrentado que o fogo que forja a humanidade não queima vísceras, mas provoca o ato da criação!
Texturizamos em Arte esta indomável e fantástica aventura que é Viver.
A humanidade repartiu-se em culturas tantas e embora tenhamos fronteiras entre os países o único país do mundo sem fronteiras e que abriga a todos os habitantes do Planeta Azul, é aquele sabiamente narrado em verso e prosa por William Shakespeare: o da Emoção.
Presos ao cordão umbilical da terra mãe navegamos.
O navio atravessa o oceano geográfico das sensações humanas, e ainda que todos os portos de partida e chegada nos indiquem a transitoriedade de nossa viagem, não desistimos.
Entre mundos concretos e abstratos tatuamos nossos eus, as personagens do Teatro apenas são mimeses do real, reinventadas para darem vazão aos sonhos e tornarem o tempo face à vida eufemicamente ocluso...
Esta transitoriedade ao produzirmos ou absorvermos o ato criativo estanca a ferocidade do contínuo movimento do universo e repetindo-o paradoxalmente faz-nos aportar num porto seguro, ancorados do mar a terra em instante pleno de humanidades.
Disse Lope de Veja que a vida é sonho, nada mais... esta sessão , face ao convite realizado pelos presidente da ACLA Professor e escritor Weslley Collyer é um belo sonho, que nos provoca atuar ainda mais,em pról das artes e em especial do Teatro em Santa Catarina.
Em nome de meus queridos amigos e, novos colegas Antonio Cunha, Aguinaldo José de Souza Filho e Sulanger Bavaresco, agradecemos a porta que abrem da Academia para que sentemos aos vossos lados e assim possamos vilumbrar a paisagem da arte em Santa Catarina, sob a ótica dos objetivos que norteiam a ACLA.
Nosso ingresso nesta Academia Catarinende de Letras e Artes sinaliza que vocês caros escritores, artistas plásticos, poetas, e teatrólogos compreendem a construção de nossas linguagens a forma e a maneira como nos realcionamos com o mundo neste caso o mundo de dentro e fora dos palcos.
Esperamos compartir momentos capazes de multipliarem alguns pequenos feitos, mas que somam ao caudaloso rio que desagua no mar absoluto dos quiças utópicos sonhos humanos.
Evoco a memória dos Patronos e em especial ao saudoso amigo Isnard Azevedo.
Parabenizamos os grandes artistas catarinenses homenageados.
Saudamos aos nossos convidados que aqui presentes sinalizam abraçar esta caminhada com arte pela Paz.
E finalizo afetuosamente agradecendo nossos padrinhos e madrinhas desta memorável noite Joacir Bavaresco padrinho de Sulanger Bavaresco, Cid Mosimann padrinho de Aguinaldo Filho, Míriam Wollinger da Cunha madrinha de Antonio Cunha e Leandro Fossari Iwersen padrinho desta oradora.
Obrigada.
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AGUINALDO SILVA, ANTONIO CUNHA, SULANGER BAVARESCO E CARMEN FOSSARI
POSSE NA ACADEMIA CATARINENSE DE LETRAS E ARTES ACLA PROFERIDO POR CARMEN FOSSARI
DISCURSO ACLA
CARMEN LUCIA FOSSARI 2 dezembro 2011
Navegamos Senhores,
No mar de todos os sonhos Senhoras
Oceanos bravios indomitos transformados em campos de Batalhas.
Don Quixote pendurou-se na última estrela da Via Lactea.
O murmúrio das estrelas
Movimenta pequenos silêncios de nossas ocultas dores.
Olhamos ao céu do nosso destino segurando um improvável leme
E ele nos remete a inesperados portos.
Os grilhões que prenderam Prometeu Acorrentado no monte Citerón, são multiplicados em tudo aquilo que torna o Homem presa de sua própria espécie, porém irmanadoss no ofício da Arte, descobrimos junto ao segredo de Prometeu Acorrentado que o fogo que forja a humanidade não queima vísceras, mas provoca o ato da criação!
Texturizamos em Arte esta indomável e fantástica aventura que é Viver.
A humanidade repartiu-se em culturas tantas e embora tenhamos fronteiras entre os países o único país do mundo sem fronteiras e que abriga a todos os habitantes do Planeta Azul, é aquele sabiamente narrado em verso e prosa por William Shakespeare: o da Emoção.
Presos ao cordão umbilical da terra mãe navegamos.
O navio atravessa o oceano geográfico das sensações humanas, e ainda que todos os portos de partida e chegada nos indiquem a transitoriedade de nossa viagem, não desistimos.
Entre mundos concretos e abstratos tatuamos nossos eus, as personagens do Teatro apenas são mimeses do real, reinventadas para darem vazão aos sonhos e tornarem o tempo face à vida eufemicamente ocluso...
Esta transitoriedade ao produzirmos ou absorvermos o ato criativo estanca a ferocidade do contínuo movimento do universo e repetindo-o paradoxalmente faz-nos aportar num porto seguro, ancorados do mar a terra em instante pleno de humanidades.
Disse Lope de Veja que a vida é sonho, nada mais... esta sessão , face ao convite realizado pelos presidente da ACLA Professor e escritor Weslley Collyer é um belo sonho, que nos provoca atuar ainda mais,em pról das artes e em especial do Teatro em Santa Catarina.
Em nome de meus queridos amigos e, novos colegas Antonio Cunha, Aguinaldo José de Souza Filho e Sulanger Bavaresco, agradecemos a porta que abrem da Academia para que sentemos aos vossos lados e assim possamos vilumbrar a paisagem da arte em Santa Catarina, sob a ótica dos objetivos que norteiam a ACLA.
Nosso ingresso nesta Academia Catarinende de Letras e Artes sinaliza que vocês caros escritores, artistas plásticos, poetas, e teatrólogos compreendem a construção de nossas linguagens a forma e a maneira como nos realcionamos com o mundo neste caso o mundo de dentro e fora dos palcos.
Esperamos compartir momentos capazes de multipliarem alguns pequenos feitos, mas que somam ao caudaloso rio que desagua no mar absoluto dos quiças utópicos sonhos humanos.
Evoco a memória dos Patronos e em especial ao saudoso amigo Isnard Azevedo.
Parabenizamos os grandes artistas catarinenses homenageados.
Saudamos aos nossos convidados que aqui presentes sinalizam abraçar esta caminhada com arte pela Paz.
E finalizo afetuosamente agradecendo nossos padrinhos e madrinhas desta memorável noite Joacir Bavaresco padrinho de Sulanger Bavaresco, Cid Mosimann padrinho de Aguinaldo Filho, Míriam Wollinger da Cunha madrinha de Antonio Cunha e Leandro Fossari Iwersen padrinho desta oradora.
Obrigada.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
ACLA

O escritor e professor Wesley Collyer,presidira a última sessão Solene da ACLA de 2011.A
Academia Catarinense de Letras e Artes (ACLA), entidade que congrega escritores, poetas, músicos, artistas plásticos e das artes cênicas do Estado de Santa Catarina, convida para a sessão solene de entrega dos prêmios às Personalidades do Ano nos campos literário, artístico e musical. Receberá o prêmio “Paschoal Apóstolo Pítsica” o escritor Luiz Carlos Amorim; o prêmio “Victor Meirelles” caberá ao artista plástico Rodrigo de Haro; o prêmio “Edino Krieger” foi concedido ao pianista, compositor e arranjador Luiz Gustavo Zago e o prêmio Acla – Conjunto da Obra coube, in memoriam, ao escritor Lauro Junkes, ex-presidente da Academia Catarinense de Letras, falecido em 2010.
A solenidade de premiação será no dia 2 de dezembro, no auditório do Tribunal de Contas do Estado e na ocasião, tomarão posse quatro novos acadêmicos, todos da área de artes cênicas: Aguinaldo Filho (cadeira nº 32 - Patrono Juvenal Melchíades de Souza), Antonio Cunha (cadeira nº 27 - Patrono Adolfo Melo), Carmen Fossari (cadeira nº 31 - Patrono Isnard Azevedo) e Sulanger Bavaresco (cadeira nº 33 - Patrono Horácio Nunes Pires).
A Academia Catarinense de Letras e Artes (ACLA) convida para a entrega dos Prêmios às Personalidades do Ano no campo literário, artístico e musical. O escritor Luiz Carlos Amorim, o artista plástico Rodrigo de Haro e o pianista Luiz Gustavo Zago receberão, respectivamente, os prêmios “Paschoal Apóstolo Pítisica”, “Victor Meirelles” e “Edino Krieger”. O prêmio pelo Conjunto da Obra foi concedido, in memoriam, ao escritor Lauro Junkes, falecido em 2010.
Na mesma ocasião tomarão posse quatro novos acadêmicos: o ator e diretor Aguinaldo Filho, e os atores, diretores e teatrólogos Antonio Cunha, Carmen Fossari e Sulanger Bavaresco. A solenidade ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 2, às 20h00, no auditório do Tribunal de Contas do Estado e, como habitual, contará com a apresentação de música erudita, incluindo a participação da soprano Masami Ganev e do pianista Alberto Heller.
A Acla liderou iniciativa que resultou na decisão da UFSC em conceder o título de Doutor Honoris Causa ao maestro catarinense Edino Krieger, que dá nome a um dos seus prêmios. A honraria será concedida no próximo dia 08 de dezembro no auditório da Reitoria daquela universidade.
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domingo, 14 de agosto de 2011
MAGENTA UMA FLOR ,COR.
MAGENTA, UMA FLOR, COR
Carmen Fossari
Um inverno rigoroso
acinzentou os dias
pintou as ruas, calçadas , casas
e trancas, cortinas cerradas,
sorrisos trocados por síbilantes
silêncios
onomatopaicos sussurros
sol como um quadrado
lua como um retângulo
estrelas como pequenas frestas
a olho nu espreitando
a vida galopando
montada num alazão..
(prá combinar com o poema) de crinas cinza
e olhos de cristal gelo,de sonhos enregelados.
Só dentro do coração que tu me habitas
as cores vibrantes, me aquecem
como esta de Magenta estar
desabrochou
rompendo a vedada imagem
acinzentada ,
E diante de meus olhos adormecidos
cavalgam sonhos nas margens de eu estar prateados
e de todos os sois,que se anunciam.
E vibram depois os amarelos dias, luminosos
salpicados de verdes, e vermelhas rosas
mas será nas noites acalentadas das luas
arredondadas desta ilha
que o cinza brilhará em tons de prata
de dourados ao manto estelar que avistaremos
na estação nova,que em andança se aproxima
.
Poema Singelo
Poema Singelo
Carmen Fossari
Gosto das delicatessens
Hábitos pequenos para quem
É aversa ao hábito
De tudo que não se move
Bom dia, boa tarde, boa noite
Como está? Posso ajudar?
Ou obrigada, muito !
Quando a intensidade de agradecer
Está ao ápice
Quando há consideração
Na tecla justa da amizade
Abraços são ternos
Afetos um alimento
E se dá escrita fizer
Uso para escrever ou ler de outrem
Que nunca faltem os ditos carinhos
Abraço que não há braço que desabrace
Beijos, sincopadas palavras em bjs
Ou minha forma carmim de o dizer beijim.
A aresta de meus sentidos se oclusa
Sempre que a oclusão destas pequenas
Qualidades que se espera das amizades
Caiam ao vazio, e ganhe tons
Burocráticos de pequenas narrativas
Amorfas.
Metamoforseio asas, voando ao reino das delicatessens, que as quero!
Carmen Fossari
Gosto das delicatessens
Hábitos pequenos para quem
É aversa ao hábito
De tudo que não se move
Bom dia, boa tarde, boa noite
Como está? Posso ajudar?
Ou obrigada, muito !
Quando a intensidade de agradecer
Está ao ápice
Quando há consideração
Na tecla justa da amizade
Abraços são ternos
Afetos um alimento
E se dá escrita fizer
Uso para escrever ou ler de outrem
Que nunca faltem os ditos carinhos
Abraço que não há braço que desabrace
Beijos, sincopadas palavras em bjs
Ou minha forma carmim de o dizer beijim.
A aresta de meus sentidos se oclusa
Sempre que a oclusão destas pequenas
Qualidades que se espera das amizades
Caiam ao vazio, e ganhe tons
Burocráticos de pequenas narrativas
Amorfas.
Metamoforseio asas, voando ao reino das delicatessens, que as quero!
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